Paragraph | indented


“The beginnings of paragraphs must be indented(1). Paragraphs without indent (unfortunately the rule in Germany, and only there) are a bad habit and should be eliminated. The indention — usually one em – is the only sure way to indicate a paragraph. The eye, on reaching the end of a line, is too inert to recognize a tight exit – and in works without indents, even that frequently has to be produced as an afterthought from a flush <last> line. In order of importance, legibility and clarity have to come first; a smooth contour of the typeset page is of lesser importance. Therefore, typesetting without indentions is to be dismissed as an error.” in THE FORM OF THE BOOK ESSAYS ON THE MORALITY OF GOOD DESIGN, Jan Tschichold, Lund Humphries Pubishers, 1991.

“The quad indent is one of the most precious legacies of typographical-history.”

“But to destroy something old and replace it with something new, hoping that it will take hold, only makes sense if, first, there is a need to do this and,  second, the new device is better than the old one.” in THE FORM OF THE BOOK ESSAYS ON THE MORALITY OF GOOD DESIGN, Jan Tschichold, Lund Humphries Pubishers, 1991.

“A primeira palavra da primeira linha é a palavra crítica de um texto. Permita ao menos que ela principie alinhada.” W. A. Dwiggins

“Se as sentenças são elementos gramaticais intrínsecos à linguagem falada, os parágrafos são uma convenção inteiramente literária projetada para dividir o conteúdo em porções mais apetitosas aos leitores (e aos escritores) que o fluxo indiviso do discurso.” in Pensar com Tipos de Ellen Lupton, Cosac Naify, 2006


PARÁGRAFO | Traço divisório horizontal usado na escrita grega antiga para assinalar a mudança de um tópico para outro nos primeiros livros, que não apresentavam espaços entre as palavras ou qualquer tipo de sinais de pontuação. in DICIONÁRIO DO LIVRO DA ESCRITA AO LIVRO ELECTRÓNICO, Maria Isabel Faria e Maria Graça Pericão, Almedina, 2008


(1) O hábito de deixar um espaço inicial após um parágrafo terá tido origem nos manuscritos medievais, onde este espaço se destinava à posterior pintura da inicial historiada, costume este que depois transitou para os incunábulos; a decoração deste espaço por vezes nunca chegou a efectuar-se, pelo que hoje podemos observar ainda esse branco em alguns manuscritos e incunábulos; quando a tipografia começou a vulgarizar-se o habito, estava radicado e continuou a reservar-se esse espaço, tanto mais que fazia ressaltar algumas partes do texto; a tendência hoje é para fazer desaparecer esta recolha; Entrada; Claro de abertura; Claro de entrada. in DICIONÁRIO DO LIVRO DA ESCRITA AO LIVRO ELECTRÓNICO, Maria Isabel Faria e Maria Graça Pericão, Almedina, 2008

Nádia Neves | 5046 | Turma A
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